Qual é o método perfeito para aprender inglês?

Nenhum e todos, eu diria.  Método mágico não existe. O que existe é a combinação dos propósitos do aluno com aquilo que o método que o curso oferece.

 A questão é para quê e por que você quer aprender inglês? De que forma você gosta de aprender? Quais são as suas crenças a respeito de aprender uma língua estrangeira? Se eu não gosto de tradução, se não acredito nela, sorry, não irei me adaptar a um método que prima por esse tipo de prática. Por mais perfeito que ele diga ser – e deve mesmo ser para algumas pessoas.

Já ouviram falar de alguém que estudou na escola X, aprendeu horrores e, quando indicou para um amigo, surpresa… Ele detestou!! Pois é, somos todos diferentes, gostamos de coisas diversas e acreditamos em coisas diferentes. Daí não há como dizer que há um método definitivo, melhor e absoluto, válido para todos os que querem aprender inglês. Não há como massificar, em um único método, o público que precisa ou gosta de aprender a língua.

Há algum tempo, uma aluna comentou que precisaria parar o curso de espanhol que estava fazendo, pois era bem no horário da pós-graduação. Disse o seguinte para a sala: “Ah, é uma escola pequena, de bairro, mas eu gosto tanto, a turma é tão legal, o professor é muito bom e eu adoro as aulas. Aprendi tanto, aprendi muita coisa para o meu trabalho (…)”. Um dos alunos perguntou sobre o método que a escola usava, e, eu respondi “É o método que possibilita o aprendizado da Paula**, já que ensinou a ela coisas reais, que passaram até a serem usadas no trabalho dela. Um método excelente”.

O importante mesmo é que o aluno faça uso da língua em seus estudos, trabalho, turismo, etc. O professor deve conhecer os alunos que tem e quais são as necessidades deles. Muitas vezes, mesmo que secretamente, até fazemos uma miscelânea, uma salada de métodos, tendo em vista a melhor forma de ensinar a turma. Daí a conclusão: nenhum e todos são bons!

 * nome fictício

 Para saber mais, acesse:

http://revistaescola.abril.com.br/lingua-estrangeira/fundamentos/nao-ha-receita-ensino-lingua-estrangeira-450870.shtml

Por Marianne Rampaso

 

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